Na contramão do mercado de trabalho, o setor varejista eliminou 45 mil e 900 postos de trabalho no primeiro semestre, o pior desempenho para o período desde 2020, em meio à eclosão da pandemia de covid-19.
O mercado como um todo criou 921 mil postos formais entre janeiro e junho, segundo dados do cadastro geral de empregados e desempregados (Caged).
Reportagem do jornal Folha de São Paulo, ouvindo especialistas, mostrou que o varejo sofre com a combinação de juros elevados, a economia em desaceleração, o comprometimento da renda dos consumidores com apostas e o comércio eletrônico.
O cenário contrasta fortemente com o mercado de trabalho nacional: entre janeiro e junho, o Brasil gerou 921 mil vagas com carteira assinada, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
*Notícia repercutida na coluna Aparte, assinada pelo jornalista Arimatéa Souza.
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Esparadrapo na crise
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Fonte: Paraíba Online

