Desde o rompimento do reservatório da Cagepa, ocorrido no último sábado (8), no bairro da Prata, em Campina Grande, o Governo do Estado mantém uma força-tarefa permanente para assistência às famílias atingidas, atendimento emergencial e recuperação das áreas afetadas. Nos últimos dias, os moradores foram cadastrados e receberam atendimento psicossocial.
Uma unidade do Instituto de Polícia Científica está no local para atender as pessoas que tiveram os documentos extraviados, e médicos e psicólogos estão assistindo os moradores e familiares.
A mobilização envolve diversas secretarias estaduais e órgãos operacionais, que atuam de forma integrada para garantir proteção, acolhimento, segurança e reconstrução.
No início da manhã desta segunda-feira (10), o vice-governador Lucas Ribeiro retornou ao local para monitorar o trabalho das equipes técnicas responsáveis pelas ações executadas e pelas próximas etapas do trabalho. “Todas as famílias estão assistidas pela força-tarefa formada pelos órgãos estaduais e, dentro deste processo, a ordem é acelerar todas as etapas das providências necessárias. A perícia para apuração da causa do rompimento está em andamento, e tudo será conduzido com transparência. As indenizações serão feitas e, neste momento, a prioridade é manter a integridade física e psicológica das pessoas afetadas.”
Desde os primeiros minutos do ocorrido, o Corpo de Bombeiros, a Defesa Civil Estadual, a Cagepa, a Secretaria de Desenvolvimento Humano, a Secretaria de Saúde, a Polícia Militar, a Polícia Civil e outros órgãos estaduais estão no local realizando acolhimento, cadastros sociais, assistência psicológica e realocação de moradores.
A Cagepa providenciou hospedagem provisória para as famílias que tiveram casas comprometidas, além de refeições, água potável, kits de higiene, material de limpeza e apoio técnico para demolição das estruturas condenadas. Também está em andamento o planejamento para reconstrução das moradias, com suporte social contínuo.
A Secretaria de Desenvolvimento Humano realizou o diagnóstico social das famílias, assegurando acolhimento integral, distribuição de cestas e itens essenciais, e suporte psicossocial. Já a Secretaria de Saúde segue monitorando as condições ambientais, fornecendo medicamentos, atendimento médico e orientações sanitárias para prevenção de contaminações e agravos.
Além disso, a Polícia Militar mantém reforço de segurança 24 horas na área. O IPC realizou perícias nos imóveis atingidos e também providencia documentação para moradores que perderam seus registros.

