Durante entrevista coletiva nesta quarta-feira (26) pela gestão municipal sobre o caso da mãe que morreu dias após a perda do bebê na maternidade Isea e teve o útero dilacerado durante a realização do parto, o prefeito falou sobre a possibilidade da mãe ter uma doença pré-existente e criticou a partidarização política feita em torno do caso.
Com a presença do prefeito Bruno Cunha Lima, do secretário municipal de Saúde, Dunga Júnior e equipe médica dos hospitais da rede municipal, os questionamentos feitos por um dos jornalistas deixou de ser respondido pelo gestor que fez um longo relato dos serviços prestados pelo município na saúde e sobre a importância do Isea no atendimento às gestantes da cidade e municípios da região.
De acordo com a advogada da família de Danielle e Davi Elô, Paula Oliveira, a gestação da mulher foi saudável e a partir do parto foram desencadeadas as intercorrências. Ela informou que aguarda o laudo e as oitivas dos profissionais que atenderam a paciente.

