O prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima (União Brasil), confirmou que a primeira-dama Juliana Cunha Lima segue como uma das opções para ocupar a vaga de vice-governadora na chapa do senador Efraim Filho (União Brasil), pré-candidato ao Governo da Paraíba nas eleições de 2026.
Durante entrevista, o gestor comentou as especulações envolvendo a composição da chapa majoritária da oposição e classificou parte dos rumores políticos como “pitorescos”. Segundo Bruno, muitos comentários surgem sem qualquer checagem prévia.
Bruno critica especulações sobre chapa da oposição
Ao comentar os rumores sobre possíveis nomes para a vice de Efraim Filho, Bruno Cunha Lima disse que algumas versões divulgadas nos bastidores políticos chegam a ser exageradas.
“Essas especulações terminam sendo mais do campo especulativo mesmo. Tem horas que dá até vontade de rir, porque algumas teses que aparecem são as mais pitorescas possíveis”, afirmou.
O prefeito também rebateu comentários envolvendo o nome da própria mãe como possível integrante da chapa. De acordo com ele, apesar da atuação social e da ligação com a educação pública de Campina Grande, ela não possui interesse em disputar eleições.
“Quem conhece minha mãe sabe que ela tem todas as aptidões, é uma política nata na política pública e social. Mas ser candidata não é uma aspiração dela”, declarou.
Juliana Cunha Lima segue no debate político
Questionado diretamente sobre a permanência de Juliana Cunha Lima entre os nomes cotados para a vice-governadoria, Bruno confirmou que a possibilidade continua sendo discutida dentro do grupo político liderado por Efraim Filho.
Segundo o prefeito, o diálogo segue acontecendo com aliados e lideranças da oposição paraibana.
Pontos destacados por Bruno Cunha Lima:
- Juliana Cunha Lima continua como opção para vice;
- O tema é debatido com Efraim Filho e aliados;
- A decisão dependerá da vontade pessoal de Juliana;
- O prefeito afirmou que não irá impor candidatura à esposa.
Decisão será pessoal de Juliana, diz prefeito
Bruno Cunha Lima destacou que, apesar de participar das articulações políticas, a definição sobre uma eventual candidatura cabe principalmente à primeira-dama.
“Essa é uma decisão na qual eu tenho influência, participo, mas é uma decisão, antes de tudo, de Juliana, enquanto mulher, enquanto pessoa”, afirmou.
O prefeito ainda reforçou que não pretende pressionar a esposa para disputar cargo político.
“Eu não sou e não serei o tipo de marido que vai obrigar minha esposa por uma aspiração política ou por vontade de ocupar espaço”, concluiu.
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Fonte: Paraíba.com.br

