A Justiça Federal de Campina Grande condenou mais três envolvidos no esquema de pirâmide financeira da empresa, somando mais de 170 anos de prisão.
O nome mais citado na nova sentença é Joel Ferreira de Souza, que foi condenado a 128 anos e 5 meses de reclusão. Também foram sentenciados Victor Augusto Veronez de Souza, com 15 anos, e Gesana Rayane Silva, que já havia sido condenada antes e agora acumula 42 anos de detenção.
Enquanto isso, os criadores da empresa, Antônio Neto Ais e Fabrícia Campos, seguem presos na Argentina e aguardam extradição para o Brasil. Quando chegarem, devem responder por crimes como lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta e operação sem autorização do Banco Central.
A estimativa é de que a Braiscompany tenha movimentado mais de R$ 1 bilhão, prometendo lucros com criptoativos.

