Apesar do nome “Rosa”, a lua não sofrerá alteração de cor.
Por Gabryele Martins
A noite desta terça-feira (23), será marcada pela Lua Cheia Rosa, fenômeno astronômico nomeado por povos originários dos Estados Unidos, em alusão ao desabrochar das flores, na primavera no Hemisfério Norte.
O fenômeno poderá ser visto em todo o Brasil a partir das 17h30, no horário de Brasília, de acordo com a Agência espacial dos Estados Unidos (Nasa). Não será necessário o uso de equipamentos, como lunetas e binóculos, um local com pouca poluição luminosa já providenciará uma boa vista.
Apesar de ser um fenômeno diferente, a Lua Cheia Rosa não é considerada uma superlua, logo, ela não estará maior ou mais brilhante. As superluas ocorrem quando o satélite está mais perto da Terra (perigeu), resultando num astro cerca de 14% maior e 30% mais brilhante.
De acordo com o Observatório Valongo, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), 2024 terá duas superluas. Uma entre as noites de 17 e 18 de setembro e outra em 17 de outubro.

