O 40º Salão do Artesanato Paraibano abre as portas ao público nesta quarta-feira (11), em Campina Grande, prometendo ser uma das maiores edições do evento. A feira segue até o dia 29 de junho, integrando a programação d’O Maior São João do Mundo. Realizado pelo Governo da Paraíba em parceria com o Sebrae-PB, o salão deste ano homenageia os artesãos que trabalham com a técnica do macramê, com o tema “Macramê: A arte de Arrochar o Nó”.
As novidades da edição foram apresentadas à imprensa nesta segunda-feira (10), quando os estandes institucionais foram oficialmente entregues a parceiros e patrocinadores. A expectativa é atrair mais de 80 mil visitantes e movimentar cerca de R$ 3 milhões em negócios, consolidando o evento como vitrine do artesanato paraibano.
Entre os destaques, está a nova estrutura montada na Avenida Severino Bezerra Cabral (Avenida Brasília), onde o salão foi realizado no ano passado. O espaço conta agora com climatização, design moderno e áreas ampliadas para receber o público com mais conforto. Outra novidade será um desfile com produtos confeccionados por artesãos de várias cidades do estado, além de atrações culturais e gastronômicas que valorizam a identidade local.
A secretária de Estado do Turismo e Desenvolvimento Econômico, Rosália Lucas, ressaltou o impacto social do evento. “Mais de 500 famílias têm aqui uma oportunidade de geração de renda. Além disso, há um resgate da autoestima, do protagonismo artístico e do empreendedorismo”, pontuou.
Responsável pelo Programa do Artesanato Paraibano, Marielza Rodriguez celebrou o marco da 40ª edição. “O salão nasceu em Campina Grande e chega ao seu quadragésimo aniversário com uma megaestrutura que exibe o melhor da nossa produção artesanal: peças em macramê, trabalhos manuais, cachaça, queijos, rapaduras, gastronomia típica, além de apresentações culturais, quadrilhas juninas e muito mais”, disse.
O gestor do artesanato no Sebrae-PB, Jucieux Palmeira, reforçou a importância da parceria com o Governo da Paraíba. “É um trabalho que evolui ano após ano, com resultados visíveis na valorização do artesão como agente ativo da economia paraibana.”

