Já está disponível para download gratuito nas lojas Google Play (Android) e App Store (iOS) o novo aplicativo TJPB Cidadão, desenvolvido pelo Tribunal de Justiça da Paraíba. A ferramenta foi lançada nesta quinta-feira (15), durante solenidade no Salão do Pleno do TJPB, em comemoração aos 100 dias da atual Mesa Diretora (biênio 2025-2026).
A proposta do app é aproximar a população dos serviços do Judiciário estadual, oferecendo acesso rápido e direto a informações sobre processos, audiências, precatórios, certidões, entre outros serviços.
“O TJPB Cidadão veio para ficar. Estamos colocando a Justiça na palma da mão do cidadão. Ele pode consultar processos, precatórios, certidões, audiências… tudo de forma ágil e descomplicada”, destacou o presidente do TJPB, desembargador Fred Coutinho.
Segundo o diretor de Tecnologia da Informação do Tribunal, Daniel Melo, a primeira versão do aplicativo já chega com um conjunto robusto de funcionalidades, tanto para o público em geral quanto para advogados. “É possível favoritar processos, acompanhar certidões, consultar audiências e acessar o Balcão Virtual, tudo com poucos cliques”, explicou.
Uma das principais novidades é a possibilidade de consultar a fila cronológica de pagamento dos precatórios por comarca ou em nível estadual. “Essa funcionalidade é inédita. O cidadão pode, inclusive, fazer a consulta diretamente pelo número do precatório, sem necessidade de filtros”, ressaltou Júlio Paiva, gerente de desenvolvimento do projeto.
O aplicativo foi inteiramente desenvolvido por equipes do próprio Tribunal, com foco em desempenho e usabilidade. “Trabalhamos para garantir que o app fosse leve, rápido e confiável. O objetivo sempre foi oferecer a melhor experiência possível ao usuário final”, disse Paiva.
Outro destaque é a compatibilidade com diferentes dispositivos. Segundo o desenvolvedor Luciano Carvalho de Medeiros Júnior, a solução foi pensada para alcançar o maior número de pessoas. “Utilizamos tecnologias que permitem o funcionamento tanto em Android quanto em iPhone, inclusive em aparelhos menos recentes. Nosso foco foi incluir, não excluir”, concluiu.

